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Mês da Mulher no CBCD | Depoimentos Dra. Angelica Lucchese e Dra. Andrea Pedrosa

09/03/2022

Sou Cirurgiã do Aparelho Digestivo em Porto Alegre- RS desde 2011.

Honestamente, hoje, no meu dia a dia como cirurgiã, não vejo distinção ou algum tipo de desvalorização escancarada por ser mulher. Acredito que na geração anterior isso poderia ter sido mais evidente. O que ainda existe hoje talvez esteja mais na linha intelectual, vemos mais colegas homens em diretorias e palestrando em congressos. Não sei se por falta de número, pois estamos em número reduzido na área ou apenas por ser resquícios de uma cultura mais marcada pela distinção de gênero e que aos poucos está se diluindo.

O CBCD tem um papel importante no sentido de valorizar o profissional da área, independente do gênero.

É com imenso prazer que hoje parabenizo a todas as mulheres cirurgiãs ou não cirurgiãs pelo dia da Mulher, acredito que aos poucos nos colocamos em iguais patamares, independente do sexo, com o mérito relacionado apenas a intelectualidade.

Dra. Angelica Lucchese | Membro Titular Especialista

Sou Andréa Pedrosa R. Alves Oliveira, da Universidade de Brasília e atuo na área há 20 anos.

Brasília, talvez por ser uma cidade jovem, é um pouco diferente do restante do país em relação à atuação de mulheres nas áreas cirúrgicas, principalmente no meio universitário. Iniciei minha residência médica em cirurgia em 1999 já com várias residentes mulheres tendo passado pela residência no Hospital da Universidade. Apesar de todos os staffs serem homens, não demonstravam nenhum tipo de discriminação de gênero, diferentemente de diversos relatos que já ouvi de colegas de outros estados.

Após 2 anos do término da minha formação cirúrgica já me foi oferecida a supervisão da residência médica, mesmo sendo a única mulher do grupo. Quando foi instituída a residência em CAD também foi sob minha supervisão. Talvez até pelo exemplo, vejo muitas alunas se interessarem pela área cirúrgica, e residentes mulheres pela CAD, fato que me deixa extremamente satisfeita e realizada. Somos, sem nenhuma dúvida, tão capazes quanto os homens para atuar nessa área historicamente dominada por eles. O CBCD tem oferecido a cada dia mais, apoio aos cirurgiões que optaram pela especialidade, tornando o acesso às atualizações em nossa área mais acessíveis.

Dra. Andrea Pedrosa | Membro Titular

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15:36 | 30/09/2022
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